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O QUE É LIVRE CONCORRÊNCIA? POR QUE OS FALSOS CEGONHEIROS QUEREM ACABAR COM ELA?

Após as inúmeras denúncias apresentadas sobre o esquema dos falsos cegonheiros, que estavam tentando usar os caminhoneiros como massa de manobra para obrigar o estado a interferir em relações comerciais entre empresas privadas, eles resolveram modificar o discurso e surgiram com um termo “mais bacana”: livre concorrência.

Mas, será mesmo que alguém como Milton Freitas o falso cegonheiro que iludiu motorista, e pediu dinheiro em troca de uma promessa de vagas de emprego que não existiam , é a favor da livre concorrência? Ou o atuante Magayver envolvido com inúmeros sindicatos de gaveta, que até tentou proibir a entrada de caminhoneiros em assembleia do suposto sindicato, que existe dentro de uma empresa privada de transportes, é na verdade defensor do livre mercado? Até os que promovem a politicagem em Brasília, mudaram o discurso em plenário para “abraçar” a livre concorrência, mas, em defesa de quem? E que livre concorrência é essa que só existe se favorecer a empresas específicas? Para responder a todas essas perguntas é preciso primeiro compreender o que é: livre concorrência.

Livre Concorrência

A livre concorrência é um importante principio que garante a liberdade de escolha para quem está inserido no mercado econômico. Por exemplo, os consumidores tem liberdade de escolher em que padaria irá comprar pão, a padaria por sua vez, tem liberdade de escolher conforme os seus critérios quem serão seus fornecedores.

Em um mercado competitivo como o atual a livre concorrência permite que os agentes atuantes em atividades econômicas possam investir seus recursos, escolhendo como parceiros de mercado os que desenvolvam da melhor maneira possível sua atividade econômica. Sendo assim, a livre concorrência estimula que se mantenha no mercado os que são os mais capacitados para fornecer produtos e serviços de qualidade aos clientes.

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A tentativa de interferir na livre concorrência em Pernambuco

Quando a Jeep se instalou em Pernambuco utilizando da liberdade garantida pela livre concorrência, princípio aplicado à economia brasileira, e inclusive ao segmento dos transportes, escolheu manter como parceira logística a Sada Transportes. Mesmo sem qualquer obrigação legal e simplesmente por integridade, a Sada, mesmo sendo uma empresa privada, conforme foi informado em audiência pública na Assembleia Legislativa de Pernambuco,  honrou o acordo de destinar uma parcela das vagas à mão de obra local, do estado de Pernambuco.

No entanto, os mafiosos, falsários e politiqueiros, esbravejaram contra a Jeep e Sada, causaram balburdia e tentaram colocar os caminhoneiros contra as empresas de forma a obrigar o Estado a interferir e gerar a quebra da parceria entre duas empresas particulares, que estão apenas exercendo seu direito de escolha.

Que “livre concorrência” é essa que os envolvidos nessa máfia dizem que estão defendendo?

Afinal, o “barulho” feito quanto a livre concorrência por estes falsos cegonheiros e fabricantes de sindicatos de gaveta, mais parecem não passar de uma grande fachada, com esse discurso falso sobre preocupação social e livre mercado, os envolvidos no esquema angariam apoio de autoridades, seja por conveniência ou engano. E assim garantem a defesa dos interesses de empresas que reconhecidamente não respeitam a livre concorrência, ou os interesses dos cegonheiros. Atualmente, três empresas mostram-se dispostas a tudo para interferir na livre concorrência em nome de novos contratos Transilva, Gabardo, e até uma empresa de ônibus que não tem qualquer histórico de atuação no transporte de veículos.

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Só será livre concorrência se beneficiar as empresas que fazem parte desse pavoroso esquema que engana, ameaça e desestabiliza o mercado de transportes atrapalhando a vida de quem está trabalhando corretamente?

Porque algumas autoridades têm defendido cegamente as falsas pautas sem investigar se de fato existe afronta a livre concorrência? Porque há políticos mudando o discurso e dizendo que defendem a “livre concorrência”, quando só fazem atacar a escolha das empresas até em plenário? O que eles ganham com isso?

Pois, o discurso da livre concorrência se encerra sempre que as grandes empresas conquistam o que buscavam, contratos astronômicos exclusivos, que monopolizam o mercado do transporte e não favorecem em nada os motoristas. E segundo denúncias recebidas estes contratos acabam sendo mantidos por meio de propinas a pessoas de alto escalão que exercem influencia sobre as montadoras.

Ficam as perguntas, os esclarecimentos sobre o que é livre concorrência, de fato. Acreditamos que em breve toda esta artimanha será devidamente descortinada. E será impossível descobrir inclusive: Quem são os que recebem uma bela “mesada” para blindar as empresas, à custa da falsa defesa dos direitos cegonheiros? Mantemos os alertas acionados contra este bando que por trás da aparência e da fala com termos novos, segue na prática do velho golpe buscando enganar os caminhoneiros para garantir seus interesses. A verdade em breve virá à tona.