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Nem “livre”, nem “anti”! Os defensores da falsa “livre concorrência”.

Já não surpreende mais ninguém o comportamento e as artimanhas dos que tentam interferir no mercado de transporte de cargas para promover o favorecimento de grupos e empresas específicas, travestidos de defensores dos interesses dos cegonheiros, e dessa tal “livre concorrência”. Mas, que livre concorrência é essa que só é válida se as parcerias comerciais forem estabelecidas com as empresas ligadas a essa máfia da manipulação?

As empresas que trabalham com seriedade e os verdadeiros cegonheiros seguem indignados dada a ação a ação indiscriminada dos integrantes desta máfia que busca gerar instabilidade no mercado de transportes, e seguem levantando falsas denúncias com o intuito de pautar as ações do Ministério Público Federal e ludibriar até a Polícia Federal, para que o grande esquema que afronta a livre concorrência de fato, através de constrangimento, coação, estelionato e outros não seja descoberto.

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Sim, pois o que se evidencia é que a bandeira tão alardeada da “livre concorrência”, por falsos cegonheiros e fabricantes de sindicatos de gaveta, bem como falsas federações, não passam de uma grande fachada. E disfarçados sob o manto de um discurso social e de defesa de direitos, a máfia dos falsos cegonheiros, falsos denunciantes, seguem angariando apoio de autoridades e personalidades formadoras de opinião. É fato que alguns caem no “canto da sereia” destes falsários, no entanto há uma parcela conivente, que também almeja se beneficiar do esquema, através da quebra de parcerias comerciais para favorecimento de empresas conhecidas por não respeitarem os direitos dos cegonheiros.

E dando nome aos bois vemos nessa disputa Transilva, Gabardo, e até uma empresa de ônibus que não possui qualquer registro de transporte de veículos, promovendo um verdadeiro bullying na tentativa de tirar do cenário a SADA, parceira logística da Jeep por anos. Para que essas empresas possam então firmar acordos de exclusividade. Desde quando isto é defender a livre concorrência? Desde quando isso é defender o direito dos cegonheiros?   E não é a primeira vez que este esquema é colocado em ação, o que se observa é que uma vez firmado os contratos de exclusividade, a “defesa dos direitos dos cegonheiros, e da livre concorrência acaba”. E como se mantém um esquema grandioso desses? Os indícios apontam para propinas que favorecem figuras do alto escalões das montadoras, que aparecem no enredo, favorecendo a quebra de contrato com a atual parceria logística, endossando a mudança para as empresas que fazem parte da maracutaia.

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É imprescindível que o MPF e demais autoridades investiguem quem tem financiado esses esquemas? Observem por que um único “peão” neste jogo de xadrez segue produzindo falsas denúncias, contra as empresas que apenas estão desempenhando seu trabalho. Este usa de escudo a “liberdade de imprensa”, mas a livre expressão não é parâmetro para endossar crimes, como por exemplo, realizar falsa denúncia, difamar, coagir.

Falando sobre isso, precisamos ainda frisar que o site que atuou espalhando falsos, conhecido como AntiCartel, transmutou-se em “Livre concorrência”, no entanto o que se constata é que este veículo de comunicação não é ANTI nem LIVRE, antes é A FAVOR e PRESO a uma das empresas envolvidas no esquema, ao falso sindicalista, e aos falsos cegonheiros que causaram balburdia em Pernambuco, para atacar a parceira logística da Jeep.

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Sem nenhum pudor este site defende o falso sindicalista Magayver, se baseou no advogado e falso-cegonheiro Heracles Marconi, e se isto não fosse suficiente deixou a máscara cair de vez ao criticar a empresa Bonança, por que a empresa estava participando da concorrência na Volkswagen. Só pela probabilidade de deixar a Gabardo e outras empresas para traz a Bonança parecer ter pisado nos calos da Gabardo, Transilva e outras. Isto despertou a ira do Sr. Ivens Carus responsável pelos falsos “Anti” e “Livre”, que segue disparando absurdos contra quem trabalha corretamente. Será isso medo de perder as fontes de financiamento?

Afinal, porque quem diz defender a “livre concorrência” parte para o ataque quando uma empresa nova ganha uma concorrência? O falso discurso de AntiCartel e livre concorrência cai na sarjeta, e esta postura de atacar empresas para favorecer outras demonstra que não há defesa de direitos dos cegonheiros, não luta pela livre concorrência. Resta apenas confirmar se tratasse da velha questão “ a defesa de quem paga mais”.